Ana.
Você me ama? Ela balançava a cabeça, enquanto dizia um sim.
Era sempre dessa forma.
Demonstrações sempre surgiam.
Eu ainda tinha dúvida, - em segredo -, e queria saber o porquê de ser tão improvável e também o que fazia ser tão intenso.
Ela me deu as respostas.
Ana levantou da cadeira repentinamente, quando eu ainda permanecia refletindo aquele interesse.
E começou a citar alguns motivos para justificar sua presença. Começando pelo que sentia. Era mais puro e verdadeiro.
Uma pena era Ana não saber das minhas inseguranças.
Ana achava apenas que o mundo era um mar de rosas.
Não é assim que funciona.
O mundo pode ser, também, dor.
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