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Mostrando postagens de maio, 2015

Ana.

Você me ama? Ela balançava a cabeça, enquanto dizia um sim. Era sempre dessa forma. Demonstrações sempre surgiam. Eu ainda tinha dúvida, - em segredo -, e queria saber o porquê de ser tão improvável e também o que fazia ser tão intenso. Ela me deu as respostas. Ana levantou da cadeira repentinamente, quando eu ainda permanecia refletindo aquele interesse. E começou a citar alguns motivos para justificar sua presença. Começando pelo que sentia. Era mais puro e verdadeiro. Uma pena era Ana não saber das minhas inseguranças. Ana achava apenas que o mundo era um mar de rosas. Não é assim que funciona. O mundo pode ser, também, dor.